Arte como Instrumento de inclusão social

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Vamos trabalhar a arte como instrumento de inclusão social através da descrição das imagens para facilitar a visualização mental de pessoas que são privadas da visão



23 de nov. de 2010

“Quando conhecer sua alma, pintarei seus olhos.”

Modigliani:

 Amedeo Clemente Modigliani (Livorno, 12 de julho de 1884 — Paris, 24 de janeiro de 1920) foi um artista plástico e escultor italiano que viveu em Paris. Um artista principalmente figurativo, ele se tornou conhecido por pinturas e esculturas em estilo moderno caracterizado por faces mascara e alongamento da forma. Ele morreu de meningite tuberculosa, agravada pela pobreza, excesso de trabalho, álcool e drogas (haxixe)


Obra:


www.luviegas.wordpress.com



Esta pintura de Modigliani, ele quis representar sua mulher, com os cabelos castanhos na altura do ombro meio ondulados, com pescoço, rosto alongados que era uma das suas características. Nesta pintura ele fez os olhos, ele só pinta os olhos quando ele vê a alma da pessoa, com um vestido da época, a sua mulher estava sentada com as mãos em cima do colo. 

Isabella Catananti - 9ª ano Colégio Apoio



Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral               

Biografia:

Nascida em 1 de setembro de 1886, na Fazenda São Bernardo, em Capivari, interior de São Paulo, era filha de José Estanislau do Amaral e neta de José Estanislau do Amaral, cognominado “o milionário” em virtude da imensa fortuna acumulada em fazendas do interior paulista. Seu pai herdou a fortuna e diversas fazendas, onde Tarsila e seus sete irmãos passaram a infância. Desde criança, fazia uso de produtos importados franceses e foi educada conforme o gosto do tempo. Sua mãe passava horas ao piano e contando histórias dos romances que lia às crianças. Seu pai recitava versos em francês, retirados dos numerosos volumes de sua biblioteca.

www.historiadeindaiatuba.blogspot.com


Fases Pau-Brasil, Antropofágica e fase social:

Tarsila iniciou sua fase artística “Pau-Brasil”, dotada de cores e temas acentuadamente tropicais e brasileiros, onde surgem os "bichos nacionais". Casou-se com Oswald de Andrade em 1926 e, no mesmo ano, realizou sua primeira exposição individual, Tarsila pinta o Abaporu, cujo nome de origem indígena significa "homem que come carne humana", obra que originou o Movimento Antropofágico, idealizado pelo seu marido. A Antropofagia propunha a digestão de influências estrangeiras, como no ritual canibal, para que a arte nacional ganhasse uma feição mais brasileira. Tarsila expõe suas telas pela primeira vez no Brasil, no Rio de Janeiro. Oswald de Andrade deixou Tarsila para ficar com a revolucionária Patrícia Galvão. Em 1931, vendeu alguns quadros de sua coleção particular para poder viajar à União Soviética, com seu novo companheiro. No Brasil, por participar de reuniões políticas de esquerda e pela sua chegada após viagem à URSS, Tarsila é considerada suspeita e é presa, acusada de subversão


Obras:

www.serurbano.wordpress.com


www.serurbano.wordpress.com


www.bemhaja.com





Isabella Catananti - 9ª ano

Os Gêmeos Gustavo e Otávio Pandolfo


WnI/AAAAAAAABHM/0HFfcgJvkbI/s400/osgemeos_europa_f_002.jpg                   http://www.clubedainformatica.com.br/site/wp-content/uploads/2009/05/osgemeos.jpg

Essa dupla se formaram em desenho e comunicação. Estilo: homens e mulheres de pele amarela,tronco largo, pernas e braços delgados com roupas coloridas e espaço cinzento das ruas
paulistanas.

 Lorena Rodrigues de Oliveira Tosta

29 de set. de 2010

LasarSegall

Artista completo, Lasar Segall experimentou todas as formas de expressão de sua época. Pintor, desenhista, gravador e escultor, foi um mestre do Expressionismo e um dos introdutores do Modernismo no Brasil, vindo a ser um símbolo para toda uma geração.
Nascido em Vilna, capital da Lituânia, na época sob o domínio do Império russo, foi discípulo de Antokolski, um dos mais importantes escultores russos do século XIX. Com 15 anos, porém, instala-se em Berlim e freqüenta a rigorosa Academia Imperial de Belas Artes de Berlim, de onde seria afastado em 1909 por expor na Freie Sezession ( Secessão Livre ), onde ganhou o prêmio Max Lieberman em um período no qual sua obra esteve fortemente influenciada pelo impressionismo.
A partir daí se transfere para Dresden, onde passa a freqüentar a Academia de Belas Artes como aluno-mestre, desfrutando de total liberdade de criação. É também aí que acontece sua primeira exposição individual.
Em 1913, Segall vem pela primeira vez ao Brasil, expondo em São Paulo e Campinas, onde percebe-se já em sua obra uma forte influência do expressionismo do grupo Die Brücke (A Ponte), de Dresden. No ano seguinte Segall seria internado em um campo de concentração, experiência que iria representar mais tarde em suas obras inspiradas pela Segunda Guerra.
No início dos anos 20 Lasar Segall instala-se definitivamente no Brasil, naturalizando-se depois de casar com Jenny Klabin, em 1925. A partir daí passa a ser uma das peças centrais do Modernismo, atuando como um contraponto alemão às influências francesas. E neste período que começam a surgir temas brasileiros em sua obra, e as formas passam a ganhar contornos menos angulosos e tensos - mas sem perder a característica expressionista. Mário de Andrade chamou este período de 'fase da contemplação'. As personagens são agora mulatas, negros, marinheiros e prostitutas. Tem grande atuação sob a vida cultural paulista neste momento, fundando a Sociedade Paulista de Arte Moderna ( SPAM ), em 1932. Era amigo e conselheiro de algumas das figuras mais importantes do Modernismo, como Mario de Andrade, Geraldo Ferraz e Gregori Warchavchik - que projetou a casa onde Segall viveu até sua morte. Além disso, passa a dar aulas e irá influenciar toda uma geração de gravadores brasileiros.
Com a aproximação da Guerra, porém, seu trabalho retorna aos temas trágicos. Lasar Segall dizia que a obra devia ser despida de requintes estilísticos se quisesse expressar o sofrimento humano de maneira profunda, e é isso que podemos ver nas séries como Navio de Emigrantes e Pogrom.
No final de sua vida volta aos temas brasileiros, pintando as séries 'Erradias' e 'Florestas'. Em 1951 tem lugar uma grande retrospectiva no MASP, seguida de salas especiais nas I e III Bienais de São Paulo e uma sala póstuma na IV, que foram as primeiras de uma série de exposições que resultariam, mais tarde, na criação do Museu Lasar Segall, instalado na casa em que viveu, no bairro da Vila Mariana.
http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo2/modernismo/artistas/segall/index.htm




Paisagem Brasileira - 1925 - óleo sobre tela


Esta Obra de Lasar apresenta um morro com casas de cores variadas e contrastantes, onde pode-se perceber a predominancia das cores azul e verde na paisagem. Já nas casas o uso de amarelo, marrom, e rosa é utilizado de forma varida. Vê-se algumas árvores e duas plantas  na parte inferior da imagem. Onde se vê também um      casal de pessoas aparentando serem negras e dois           animais parecidas com duas ovelhas marrons.               Otávio Ruas _ 9° Ano _ Curso e Colégio Apoio

22 de set. de 2010

Lasar Segall

Nascido na Lituânia, então sob domínio     russo, e naturalizado brasileiro, Lasar Segall alimentou sua arte com as lembranças de sua juventude, já que, como judeu exilado, nunca esqueceu os horrores da guerra. Fixou-se no Brasil em 1923, naturalizando-se brasileiro.



Morro Vermelho 1926:
Apresenta cores quentes como o laranja um pouco mais ao fundo, representando o céu e também algumas casas abaixo, e bem ao fundo podemos ver um pedaço do mar, e nas laterais da obra percebemos algumas palmeiras, no centro da imagem podemos ver uma mulher negra com traços africanos, e no colo dela uma criança também negra.
Felipe Gomes

17 de set. de 2010

Lasar Segall


http://www.arcoweb.com.br/artigos/arte-negociada-fernando-serapiao-22-06-2007.html

"Auto-retrato de Lasar Segall, 1927: se fosse um projeto, seria a casa do arquiteto"

Lasar Segall imaginando-se e fazendo seu autorretrato,com um lápís na mão direita,a outra mão segurando a borda esquerda do quadro,olhos de insegurança e desconfiança.
Fundo escuro na tonalidade verde,luz sobre seu lado esquerdo,rugas abaixo dos olhos e na testa,sua expressão franzino.

Gabriel

Foi pintor e escultor lituano, Lasar Segall mudou-se definitivamente para o Brasil. Já era um artista conhecido. Contudo, foi aqui que, segundo suas próprias palavras, sua arte conheceu o "milagre da luz e da cor". Foi um dos primeiros artistas modernos a expor no Brasil.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lasar_Segall

Novas idéias são difíceis de entender, apenas porque não estamos familiarizados com elas.

Franz Marc

Franz Moritz Wilhelm Marc nascido em Munique, 8 de fevereiro de 1880 , pintor alemão, foi um dos mais influentes representantes do movimento expressionista na Alemanha.
Filho de Wilhelm Marc, um pintor profissional de paisagens e de Sophie Marc, uma estrita calvinista, decidiu iniciar seus estudos na Academia de Belas Artes de Munique, em 1900, depois de passar pela filosofia e pela teologia. Suas primeiras criações foram paisagens, de estilo naturalista. Graças ao seu excelente domínio do francês, que lhe fora transmitido pela mãe, durante duas temporadas que passou em Paris descobriu o impressionismo e sobretudo uma grande afinidade com a obra de Vincent Van Gogh.
Em 1910, fez amizade com os pintores August Macke, Gabriele Münter e Wassily Kandinsky. Com eles e outros pintores, fundou o grupo Der Blaue Reiter ("O cavaleiro azul"), em 1911.
Influenciado pelo uso da cor de Robert Delaunay, gradativamente sua obra se aproxima do futurismo e do cubismo e para a crescente abstração, até culminar na abstração expressiva. O tema é a força vital da natureza, o bem, a beleza e a verdade do animal, que o autor não vê no homem.








O que parece ser uma vaca amarela, sobre um salto com as patas traseiras sobre o ar, em uma paisagem natural bem representada com cores fortes, montanhas atrás com cor azul, e vegetação rasteira representada com cores vermelhas e laranjas, assim como o céu em tons rosados e amarelados.

A Vaca Amarela - 1911
Óleo Sobre Tela
55 3/8 x 74 1/2
Solomon R. Guggenheim Museum, New York


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Uma imagem possivelmente abstrata, mas com uma representação, se olharmos mais fundo podemos observar pássaros na obra moldados com formas geométricas, com cores variadas, mas sempre alegres e quentes, variando do azul claro ao vermelho forte,
Com grande luminosidade.

Os Pássaros - 1914
Óleo Sobre Tela
109 x 100 cm
Städtische Galerie im Lenbachhaus, Munich, Germany

Características das Obras

A luminosidade extraordinária destes quadros inspira-se de algum modo no interesse dos impressionistas pela luz, ao passo que as sombras constrastantes do amarelo e azul sofreram a influência das teorias de Delaunay acerca dos contrastes da cor. Marc é conhecido pelos seus quadros de animais em tons não naturalistas tais como os cavalos azuis e vermelhos, e acreditava que a cor detinha uma força simbólica e espiritual própria.


Fonte: http://oseculoprodigioso.blogspot.com/2005/08/marc-franz-expressionismo.html

Suas obras apresentam um contraste de cores fortes, expressionistas, cores quentes, predominante as cores vermelho e amarelo, grande representatividade de animais e paisagens em seus quadros.
Apresenta tons de luminosidade bastante elaboradas, sombras em cores como amarelo e azul, e suas representações de formatos quase cubistas e abstratas, mas sempre com o tom de naturalista, cores vivas.


Nícolas

Colégio Apoio
Nícolas José Bisinoto Dresler
Data: 07/09/2010
Série: 8ª ou 9º ano